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CIM Alto Minho apela a uma Páscoa em casa

2020-04-08
Na sequência da análise do impacto da pandemia do COVID 19 nos lares das IPSS do Alto Minho, efetuada em reunião de trabalho do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho que contou com a participação do presidente da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), do delegado de Saúde do Alto Minho, do presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo e da diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Viana do Castelo, o Conselho Intermunicipal da CIM Alto Minho vem, pelo presente:

1. Apelar a toda a população do Alto Minho para a necessidade imperativa de cumprimento estrito do dever de confinamento em casa na presente época pascal, evitando qualquer tipo das tradicionais atividades, tais como compassos pascais, procissões, almoços de família, etc., tendo em vista a proteção de todas as pessoas relativamente aos graves riscos de saúde pública associados à propagação da pandemia do COVID 19;

2. Solicitar ao Governo que reforce urgentemente o apoio técnico e financeiro às IPSS do Alto Minho, para que estas instituições, em articulação com as autoridades de saúde e da segurança social competentes, possam melhorar quer as condições de prevenção e proteção dos lares de idosos face aos riscos da pandemia COVID-19, quer os protocolos de operacionalização dos respetivos planos de contingência em situações críticas;

3. Apelar às pessoas do Alto Minho com conhecimentos nos domínios da saúde e do apoio social e que não estejam integradas nas populações de risco, para que se inscrevam nas plataformas de voluntariado de apoio a instituições de saúde e às IPSS, nomeadamente, tendo em vista quer ações de apoio complementar às equipas existentes, quer situações em que se revele necessário o desdobramento de equipas. Para o efeito e a título de exemplo, encontram-se disponíveis informações nos seguintes links:




4. Apelar às empresas do Alto Minho que não estejam em laboração, para que, na medida das suas possibilidades, possam disponibilizar aos municípios da sua área de influência os equipamentos de proteção individual que não estejam a utilizar, no sentido destes os fazerem chegar quer à Unidade Local de Saúde do Alto Minho (sobretudo máscaras FP2), quer às IPSS, quer aos bombeiros e outras entidades de proteção civil e segurança.
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