Terça-feira 12 de Dezembro, 2017
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Alto Minho e Galiza debatem Vespa velutina


“Vespa velutina no Noroeste Ibérico” é o tema do fórum transfronteiriço que se irá realizar no próximo dia 2 de junho, a partir das 09h00, no auditório Professor Eugénio de Castro Caldas, na Escola Superior Agrária de Ponte de Lima.

Considerando que o combate à Vespa velutina é um desafio que não deve ter quaisquer fronteiras políticas, institucionais, ou territoriais, um conjunto de entidades públicas, privadas e associativas (Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Escola Superior Agrária de Ponte de Lima do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Associação de Apicultores Entre o Minho e Lima, Agrupación Apícola de Galícia e Associación de Apicultores de Pontevedra) decidiu avançar com esta iniciativa de debate sobre as principais ações e medidas na luta contra a praga da Vespa Velutina, também vulgarmente conhecida por Vespa Asiática.

O fórum - que irá decorrer durante todo o dia, integra três painéis temáticos, designadamente “Estado de arte e conhecimento científico e técnico”; “Técnicas, métodos e desafios de combate” e “Instrumentos de Planeamento e apoio às estratégias de combate”. O programa desta ação está disponível em https://forumvespaaltominh.wixsite.com/2017/programa.

Pretende-se, pois, que este primeiro fórum contribua para reforçar a articulação entre as entidades intervenientes nesta temática, quer através da melhoria das estratégias de combate, quer da monitorização e acompanhamento dos resultados obtidos.
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A Vespa velutina é uma espécie de vespa não-indígena proveniente da Ásia. A subespécie introduzida na Europa é a Vespa velutina nigrithorax, também chamada de vespa das patas amarelas. Esta espécie de vespa chegou acidentalmente à Europa, em 2004, através do porto de Bordéus (França), numa remessa de artigos de barro para jardins e tem vindo a colonizar o território francês e os países vizinhos: Espanha, Portugal e Itália. As primeiras capturas em Portugal ocorreram em 2011, no concelho de Viana do Castelo. Em 2013 surgiram os primeiros resultados referentes à georreferenciação dos ninhos destruídos, bem como um modelo experimental de potencial dispersão da Vespa velutina pelos concelhos vizinhos de Viana do Castelo.

A presença da Vespa velutina representa um risco sob diferentes pontos de vista: para a apicultura, devido às baixas produzidas na população e abelhas, o que leva a uma diminuição da sua atividade e, consequentemente, a uma menor produção de mel; para a produção agrícola, principalmente pelo efeito indireto pela diminuição da atividade polinizadora das abelhas; para a segurança dos cidadãos, reage de forma bastante agressiva às ameaças ao seu ninho; para o ambiente, pois é uma espécie não indígena, predadora natural das abelhas e outros insetos, o que pode eventualmente originar a médio prazo impactos significativos na biodiversidade.



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